quinta-feira, 10 de março de 2011

O doce sorriso da morte.

Sabe quando se está à beira de um precipício a milímetros da morte e se tem a plena consciência que com o mínimo esforço você poderia se salvar, na medida em que seus braços ainda alcançam os galhos de uma árvore próxima, além de uma corda que fora jogada aos seus pés, no entanto, a sensação de liberdade e a sedução da queda, comparada, talvez, a uma experiência normalmente inenarrável descrita pelos adeptos de bungee jumping, sejam componentes inspiradores e encorajadores.
Dessa forma senti José. E agora? Para onde? Realmente, José não sabe o que é pior: se estabacar lançando-se para o desconhecido foço da morte ou perder a oportunidade de experimentar o prazer inebriante da queda livre novamente. Enquanto isso, lá de cima, a vista é indescritível e ficar inerte, bem quieto, conforta-o, ainda, e garante mais alguns dias de vida.
O precipício sorri para José – e que sorriso, daqueles que eu na minha humilde pretensão a escritor não conseguiria descrevê-lo com todos os detalhes – mas também, tem cara, tem gosto, tem cheiro, ele chama, clama e ama. Ama? Engraçado caro leitor, mas viva a licença poética e as metáforas, mas o precipício de José tem sentimentos.
Contudo, dizem que no fim, depois que a dor cessa, a morte é serena, isso conferiria a ela outra cara diferente daquela dos desenhos animados, talvez seja isso que seduza alguns, já enquanto que para José não sei se é a morte ou, simplesmente, os segundos que a antecedem na queda.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Reflitam comigo!!!

“Ninguém é insubstituível”, será? Não concordo, haja vista que somos seres únicos e cada relacionamento traz novas experiências e sensações, sendo estas diferentes, melhores ou até piores, mas nunca serão as mesmas. Diante disso, nada será como antes, portanto, nunca seremos realmente substituídos.

sábado, 2 de outubro de 2010

Reflitam comigo!!!!!

Não existe lobo em pele de cordeiro,
as vezes precisamos ser lobos e outras
 vezes cordeiros. É ou nao é????

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Reflitam comigo!!!

Por que cremos na felicidade plena? Talvez seja uma forma de nao desistirmos de buscar algo de bom.
Por outro lado, por mais que saibamos que talvez nunca alcançaremos essa plenitude toda, é mas fácil acreditar nessa porra do que em nada!!






quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Amei a idéia!!!!



“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”
                                                      
                              Fernando Pessoa

Para assisti e amar!

Esse filme é maravilhoso uma verdadeira lição de vida  para aqueles que já se decepcionaram no amor e enfrentam a difícil tarefa de ter que recomeçar.
                  

"O dinheiro nao traz felicidade - pra quem não sabe o que fazer com ele" Machado de Assis